TDAH – Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade

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O TDAH é um transtorno onde os neurotransmissores catecolaminérgicos (dopamina a noradrenalina e a adrenalina) funcionam em baixa atividade, o que acarreta dificuldades para manter a atenção em atividades prolongadas, repetitivas ou que não lhes seja interessante. São facilmente distraídas por estímulos do ambiente externo. Tendem a ser impulsivas e apresentam dificuldades em se organizar e planejar. O TDAH pode levar o indivíduo a dificuldades emocionais e consequentemente de relacionamento, além de baixo desempenho escolar, mesmo que apresentem inteligência e criatividade normais.

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A percepção dos pais

O TDAH é uma transtorno difícil de identificar corretamente apenas por seus sintomas, sendo mais perceptíveis nos meninos, e mais discretos em meninas. Pelos prejuízos na aprendizagem e no emocional, o diagnóstico correto é essencial para separar o caso de crianças que estão simplesmente agindo conforme sua idade das que realmente precisam de ajuda e eventualmente até medicação.

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Não há exames de laboratório para diagnosticar o transtorno. O diagnóstico deve ser feito por um grupo de profissionais com formação em neuropediatria, psicopedagogia, psicologia, fonoaudiologia e oftalmologia.

O diagnóstico

Segundo estudos científicos o portadores de TDAH têm alterações na região frontal e as suas conexões com o resto do cérebro. A região frontal orbital é responsável pela inibição do comportamento (controla ou inibe comportamentos inadequados), responsável pela atenção, memória, autocontrole, organização e planejamento.
O que parece estar alterado nesta região cerebral é o funcionamento de um sistema de substâncias químicas chamadas neurotransmissores (principalmente dopamina e noradrenalina), que passam informação entre os neurônios.

Pela neurociência

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A) Hereditariedade

Os genes parecem ser responsáveis não pelo transtorno em si, mas por uma predisposição ao TDAH.

B) Substâncias ingeridas na gravidez:

Estudos mostram uma associação entre o consumo de nicotina e do álcool e a maior incidência de casos, embora não mostram uma relação de causa e efeito direta. 

C) Sofrimento fetal:

Estudos mostram que mulheres que passaram por problemas no parto, que ocasionaram  sofrimento fetal, tinham maior chance de terem filhos com TDAH, mas sem uma relação de causa clara.

D) Exposição a chumbo:

Crianças pequenas que sofreram intoxicação por chumbo podem apresentar sintomas semelhantes aos do TDAH.

E) Problemas Familiares:

Alguns estudos controversos sugerem que problemas familiares (discórdia conjugal, ausência de um dos pais, ambiente familiar caótico) poderiam ser uma das causas do TDAH.

Possíveis causas

Tratamentos convencionais

O tratamento para TDAH mais indicado é multimodal, ou seja, a combinação de medicamentos como a Ritalina (o cloridrato de metilfenidato) e Concerta e psicoterapia (TCC - Terapia Cognitivo-Comportamental).

Há um consenso médico que esta substâncias são bem seguras e toleradas. Os efeitos colaterais reportados pelo uso de Ritalina são:

  • Falta de apetite;

  • Dor de cabeça;

  • Aperto no peito;

  • Taquicardias;

  • Insônia;

  • Aumento da pressão arterial;

  • Tremores;

  • Sudorese excessiva;

  • Boca seca;

  • Crises de ansiedade, pânico ou surtos psicóticos.

Complicações sérias, como convulsões e arritmias cardíacas são improváveis nas doses recomendadas e o histórico do paciente.

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Mas devido aos possíveis efeitos secundários da medicação, muitas pessoas buscam alternativas naturais e eficazes, bem como associa-los a tratamentos naturais, buscando reforçar o organismo e a fazer uso em menores dosagem de medicamentos.


É muito importante que haja o acompanhamento médico, mesmo com a utilização das medicinas complementares.

Tratamentos complementares

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Para saber como a Reflexologia pode ajudar, é necessário entendermos mais sobre este transtorno e seus desdobramentos.

Nosso Sistema Nervoso Central (SNC) é constituído de compartimentos funcionais interligados. Recebemos por meio de nossos cinco sentidos inúmeras informações do meio externo e por meio de filtros podemos selecionar o que é importante e urgente ser tratado, sendo estas informações conduzidas para o córtex cerebral. Desta forma recebemos estímulos, estabelecemos conexões com suas características, guardamos as informações como memórias para reutilizá-la na hora que precisarmos interpretar e decodificar novas fatos e acontecimentos. A atenção é fundamental para o processo de aprendizado e depende de uma área do tronco cerebral chamada de formação reticular que está envolvida em ações como os ciclos de sono, o despertar e a filtragem de estímulos sensoriais, para distinguir os estímulos relevantes dos estímulos irrelevantes. Após este filtro, estímulos relevantes são enviados para córtex, tornando-se consciente.
 

Por meio da Reflexologia o terapeuta irá estimular as áreas reflexas:

  • Hipotálamo;

  • Tálamo, filtro dos estímulos dos sentidos como tato, visão e audição;

  • Terapêutica do Hálux, correspondente a toda área reflexa do do tronco cerebral;

  • Fígado. A produção da dopamina ocorre no cérebro pela ativação da enzima tirosina hidroxilase, que converte o aminoácido tirosina em L-DOPA, que, posteriormente, será descarboxilada formando a dopamina. A tirosina é produzida no fígado, através da fenilalanina hidroxilase.

  • VTA (Ventral Tegmental Area). Esta é a principal área produtora do neurotransmissor Dopamina;

  • Cérebro.

 

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